8 de outubro de 2015

Resenha: Missão Pré-Sal 2015, de Viviane Geber

Avaliação: 3,5/5
Editora: Record/ Cortesia
Gênero: Thriller
ISBN: 9788501104281
Publicação: 2015
Páginas: 252
Skoob
O livro Missão Pré-Sal 2025 conta a história de Rodolfo Ruppel, conhecido também como Comandante Ruppel. Ele trabalha na Marinha do Brasil e foi designado para um evento sobre defesa naval. Como seu casamento, com Carla, não estava indo bem, resolveu que deveria levá-la para ver se conseguiria reacender a chama do casamento.

Ruppel estava na verdade em missão secreta para a Marinha e por isso deveria recuperar algumas informações que foram roubadas sobre um projeto chamado Missão Pré-Sal 2025, que é uma conquista tecnológica para a Marinha brasileira. Neste contexto, surge Victoria, que trabalha para a empresa na qual Ruppel está assistindo a palestra sobre defesa naval e sabe muita coisa sobre o projeto.

O comandante Ruppel acaba entrando numa trama em que não se pode confiar em ninguém e em que todos são suspeitos. Quem será que está roubando o projeto da Marinha do Brasil? E o por quê?

A narrativa do livro é feita em terceira pessoa, a escrita é muito boa e flui de uma maneira bem legal. Nunca tinha lido um livro que se ambientasse dentro de alguma de nossas forças armadas, por isso achei diferente a história da autora. A história é praticamente inteira em Londres, com alguns momentos no Brasil.


A história parecia promissora, porém o livro deixou a desejar. Eu pensei que por mais que fosse romance ela tentaria explicar um pouco mais sobre a camada pré-sal, porém estava enganada. Achei meio chato esse assunto de espionagem, na verdade algumas coisas ficaram meio manjadas, como o fato de não poder confiar em ninguém e outros pontos. Li em um site que será uma trilogia, fico me perguntando se o assunto tem fôlego para mais dois livros. Achei a obra com altos e baixos e em muitos momentos da trama fiquei confusa. Não posso deixar de comentar que com esse livro acabei vendo a Marinha também de um outro jeito, como se eu estivesse dentro e aprendesse como ela funcionasse.

O livro tem uma capa bem chamativa e diferente, lembra bem o exército em si. Quanto à diagramação, não tem nada demais, e é um livro leve para levar em qualquer lugar. Apesar de não ter me cativado, eu li em três dias. Para quem gosta de espionagem com investigação é um livro interessante.



Política é a arma da Marinha de hoje. (...) A população precisa entender que um país como o nosso carece de boas Forças Armadas. Não é porque não há guerra no Brasil que não precisa de militares. Aliás, parafraseando o ministro da Defesa, um país pacífico não significa um país desarmado. (...)”

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