21 de fevereiro de 2016

Lançamentos de Fevereiro/2016 - Companhia das Letras

Olá pessoal!

Vamos conferir os lançamentos de fevereiro do grupo Companhia das Letras?

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Espada de vidro (A rainha vermelha #2), de Victoria Aveyard
“Se sou uma espada, sou uma espada de vidro, e já me sinto prestes a estilhaçar.”

O sangue de Mare Barrow é vermelho, da mesma cor da população comum, mas sua habilidade de controlar a eletricidade a torna tão poderosa quanto os membros da elite de sangue prateado. Depois que essa revelação foi feita em rede nacional, Mare se transformou numa arma perigosa que a corte real quer esconder e controlar.
Quando finalmente consegue escapar do palácio e do príncipe Maven, Mare descobre algo surpreendente: ela não era a única vermelha com poderes. Agora, enquanto foge do vingativo Maven, a garota elétrica tenta encontrar e recrutar outros sanguenovos como ela, para formar um exército contra a nobreza opressora. Essa é uma jornada perigosa, e Mare precisará tomar cuidado para não se tornar exatamente o tipo de monstro que ela está tentando deter.


Xeque-mate da Rainha, de Elizabeth Fremantle
A corte do rei Henrique VIII, repleta De intrigas e traições, é palco para esse Romance histórico avassalador Um romance histórico avassalador, repleto de intriga e traição. Elizabeth Freemantle conduziu extensa pesquisa para recriar o universo da corte do rei Tudor, Henrique VIII. Katherine Parr, sexta do rei, trilha um caminho perigoso entre paixão e lealdade. Muito mais nova que seu marido, ela precisa aprender rapidamente a lidar com os perigos da corte Tudor, especialmente no que diz respeito à sua fé e ao seu verdadeiro amor. Divorciada, guilhotinada, morta, divorciada, guilhotinada. Esse é o histórico das ex-mulheres do meu noivo. Estou apaixonada por um homem que não posso ter e prestes a casar com um homem que ninguém desejaria - meu noivo é Henrique VIII, que já guilhotinou duas esposas e divorciou outras duas e assistiu uma morrer durante o parto. Como sobreviverei uma vez que me tornar a rainha da Inglaterra?

Depois a louca sou eu, de Tati Bernardi
Em Depois a louca sou eu, Tati Bernardi escreve sobre a ansiedade com um estilo escrachado, ágil, inteligente e confessional. As crises de pânico, a mania de organização, os remédios tarja-preta e os efeitos da ansiedade em sua vida aparecem sob o filtro de uma cabeça fervilhante de pensamentos, mãos trêmulas, falta de ar e, sobretudo, humor. Tati consegue falar de um tema complicado, provocar gargalhadas e ainda manter o pacto de seriedade com o leitor. A capacidade de rir de si mesma confere a tudo isso distância, graça e humanidade. Depois a louca sou eu é a entrada em cena de uma escritora que ombreia com os melhores da nova literatura brasileira.

Um passo atrás, de Henning Mankell
Suécia, solstício de verão. Três amigos se encontram numa reserva fantasiados com trajes do século XVIII para celebrar a noite mais longa do ano. O que não sabem é que estão sendo observados. Cada um deles é morto com uma única bala. 

Quando um dos mais confiáveis colegas de Kurt Wallander — alguém com quem ele contava para resolver o crime — também aparece morto, o inspetor logo entende que os assassinatos estão relacionados. Recuperando-se da morte de seu pai e obrigado a encarar a deterioração de sua própria saúde, Wallander tenta desvendar os planos do assassino. Mas, mesmo desesperado para encontrá-lo antes que ataque novamente, o inspetor sempre parece estar um passo atrás.


Memórias de um casamento, de Louis Begley
Memórias de um casamento é um mergulho profundo nos meandros de uma classe e seus privilégios, numa trama que se desenrola entre Paris e Nova York, Long Island e Newport. Vivendo o luto da perda da esposa e da filha, o octogenário Philip reencontra uma mulher deslumbrante de seu passado: Lucy de Bourgh, a herdeira que foi uma jovem apaixonante e conquistou muitos homens, incluído o próprio Philip. Porém, à medida que ela revela os detalhes sórdidos de seu casamento falido com Thomas Snow, um homem de origem simples que ascendeu na vida, Philip irá descobrir verdades que o levarão a rever suas concepções sobre as pessoas que conheceu, admirou e desejou.

A espiral da morte, de Claudio Angelo
Um dos mais respeitados jornalistas de ciência do Brasil, Claudio Angelo passou os últimos quinze anos acompanhando o debate em torno das mudanças climáticas. De um lado, centenas de cientistas têm alertado sobre como o impacto do homem na natureza já começa a transformar o planeta e as nossas vidas. De outro, políticos passaram décadas resistindo a agir para solucionar o problema, embalados por argumentos de que essas transformações eram parte de um ciclo natural e que tudo não passava de alarmismo. Este livro conta a história do aquecimento global a partir do ponto de vista de duas de suas vítimas iniciais: o Ártico e a Antártida, os radiadores da imensa máquina do clima da Terra. As alterações climáticas nessas duas regiões no último século, sobretudo nas últimas décadas, aproximam-se do nível crítico. Elas têm implicações sociais, geopolíticas, econômicas e culturais profundas, mesmo para a imensa maioria da população mundial que vive longe dos polos. Para desvendar o quebra-cabeça do aquecimento global, o autor passou os últimos anos viajando por todo o planeta e conversando com dezenas de cientistas, políticos, ambientalistas e nativos das áreas afetadas. Leu inúmeros trabalhos acadêmicos e esteve em conferências que tentaram buscar um acordo político para mitigar o problema, finalmente selado em 2015 em Paris. Perseguindo obstinadamente todas as hipóteses, o autor tem três perguntas que norteiam seu trabalho: por que o gelo dos polos está derretendo?; isso está sendo causado ou acelerado pelo homem?; e, por fim, que impactos podemos esperar nas próximas décadas, se falharmos em atacar o problema na escala necessária? Atrás dessas respostas, Claudio Angelo irá conversar com caçadores de ursos-polares, analisar o gelo ancestral da Antártida, viajar num barco do Greenpeace, estudar a florescente agricultura da Groenlândia e testemunhar a redução assustadora das geleiras do Ártico. Por fim, faz uma eletrizante reconstituição do incêndio que destruiu a estação antártica brasileira Comandante Ferraz, ao mesmo tempo que mostra a importância das pesquisas polares para o Brasil entender melhor seu novo clima e adaptar-se ao que vem por aí.

Isso também vai passar, de Milena Busquets
Um imperador convoca sábios e pede uma frase que sirva a todas as situações possíveis. Depois de meses, eles aparecem com uma proposta: “Isso também vai passar”. Quando Blanca era pequena, sua mãe contou essa história para ajudá-la a superar a morte do pai, e então acrescentou: “A dor e o pesar passam, assim como a euforia e a felicidade. Após a morte da mãe, restam as memórias do que Blanca viveu ao lado de quem a trouxe à vida, e o desejo de completar sua existência convivendo com as amigas, os filhos e os homens importantes do passado. Durante um verão na mediterrânea Cadaqués, ela se esforça para encontrar um novo caminho na vida.

Romances de Patrick Melrose, de Edward St. Aubyn
Por quase vinte anos, o escritor Edward St. Aubyn retratou a vida de Patrick Melrose e o memorável universo de decadência, amoralidade, ganância, esnobismo e crueldade que marcam as relações e o modo de vida de uma classe social ultraprivilegiada. Como uma espécie de espelho da vida trágica do próprio escritor, os romances são um exercício literário brilhante de exorcizar seus demônios. Este primeiro volume reúne três dos cinco livros que compõem o ciclo de ficção vivamente aclamado pela crítica: Não importa, Más notícias e Alguma esperança.

Memória por correspondência, de Emma Reyes
Em 23 cartas enviadas entre 1969 e 1997 a seu amigo e confidente Germán Arciniegas, a artista plástica Emma Reyes relata as adversidades que viveu durante sua infância na Colômbia. Emma era filha ilegítima e, nesta autobiografia epistolar, conta desde suas lembranças mais antigas até o momento em que deixou o convento onde passou sua juventude, sem ao menos saber ler. Estes textos não só expõem um belíssimo relato pessoal, mas também descrevem o contexto da sociedade colombiana na década de 1930. Emma Reyes foi vítima de uma sociedade hipócrita e do mundo sombrio das comunidades religiosas, mas isso não impediu que ela construísse uma reconhecida carreira artística na França quando adulta.

E aí, o que acharam das novidades? =) Compartilhem conosco o que querem ler!



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